No Puxadinho, Anamara
conta para Dicesar
que já ficou três dias na prisão administrativa do quartel em
que trabalha: “Uma vez fiquei doente, não fui trabalhar e
apresentei atestado médico.
Respondi a um processo e passei três dias presa, detida”.
“Mas você recebia comida?”, quer saber Dicesar.
A policial explica: “Sim, é como se fosse uma
prisão de luxo. Eu chorava tanto. Fiquei revoltada com a desconfiança”.
“Menina, que babado”, comenta o maquiador.
“Você tá pensando que o militarismo é brincadeira?
Não é não. Tem que ter sangue no olho pra aturar”, finaliza a baiana.
Nenhum comentário por enquanto.
Feed RSS para os comentários dessa notícia. URL de TrackBack